Você escreve bem, já te falei isso? Você fala bem, até
mesmo quando brinca. Sua voz me faz bem, seu perfume é bom, compartilhar coisas
com você faz com que eu me sinta melhor... E também me faz falta. Alguma vez já
te disse isso? Se ainda não, me
desculpe. Desculpe-me também por não ter coragem de te chamar, ou de te ligar,
você sabe que eu não quero incomodar. Desculpe-me por esquecer algumas coisas.
Mas eu jamais vou esquecer você. Só queria te falar isso.
quarta-feira, 31 de julho de 2013
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Escrever...
Tenho vontade de te
escrever... Na verdade, vontade de escrever você. Escrever como são seus olhos,
seus admiráveis sorrisos no canto direito e teu perfume marcante. Gostaria de
conseguir descrever todos seus detalhes, sem nenhuma exceção. Suas mãos ao lado
das minhas, então eu pensava: “Segure Minha Mão... E não as solte jamais”.
Escrever as palavras ditas com sua “voz sexy”. Escreveria tudo se eu pudesse.
Você... Eu... Nós... Escreveria absolutamente tudo, e depois esconderia em uma
caixa. E ela ficaria no fundo do baú, seria a última opção. Ou seria queimada.
Apenas para que eu esquecesse tudo o que estava escrito. Para apenas
esquecer...
Soneto da separação
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Sinceridade
Se é sinceridade que o povo
quer, é sinceridade que teremos agora. Não acho que quando perdemos algo bom,
algo melhor virá; o que foi realmente bom não se substitui fácil assim. Pra
quem quer um amor maior, tem que amar maior ainda; é um circulo vicioso. Pros
que mentem “para o bem de todos”, o melhor pra nós é e sempre será a lealdade,
a fidelidade. Fugir ou chorar não vai resolver seus problemas, mas vai aliviar
e te poupar de alguns pesadelos. E não, a felicidade não está no final; a
felicidade tem de estar aqui e agora, assim como tem de estar lá amanhã. O amor
não é apenas o lado bom, temos que amar por inteiro. Mas principalmente, temos
que amar de verdade!
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Aristóteles
“Talvez eu seja enganado
inúmeras vezes... Mas não deixarei de acreditar que em algum lugar, alguém
merece minha confiança!”
-Aristóteles
sábado, 6 de julho de 2013
Que não nos faltem
Que não nos faltem bons
sentimentos. Que nos falte egoísmo. Que nos sobre paciência. Que sejamos
capazes de enxergar algo de bom em cada momento ruim que nos acontecer. Que não
nos falte esperança. Que novos amigos cheguem. Que antigos sejam reencontrados.
Que cada caminho escolhido nos reserve boas surpresas. Que a cada sorriso que
uma criança der nos faça ter um bom dia e enxergar uma nova esperança. Que cada
um de nós saiba ouvir cada conselho dado por uma pessoa mais velha. Que não nos
falte vontade de sorrir. Que sejamos leves. Que sejamos livres de preconceitos.
Que nenhum de nós se esqueça da força que possui. Que não nos falte fé e amor.
- Caio Fernando de Abreu
- Caio Fernando de Abreu
Olha,
Olha, desculpa minha
sinceridade, mas a vida é muito curta para ficar aguardando pelos outros. Se
quem você aguarda realmente se importasse com você, já teria dado algum sinal
de vida. A verdade é que, enquanto você estiver assim, nessa interminável agonia,
esperando notícias que nunca chegam, vai deixar passar várias possibilidades
interessantes ao seu redor. Claro, ninguém se compara a quem você aguarda, mas
quem você aguarda não está disponível no momento. Poderá, inclusive, nunca
estar, apesar de tudo o que foi dito naquele dia. Pessoas que somem não são
confiáveis.
— Fernanda Young
— Fernanda Young
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Meio bipolar
Sou meio complicada de entender, às vezes nem eu mesma me entendo...
Fico com raiva do nada, assim mesmo, sem motivo... Mas também fico feliz do
nada, me magoou fácil, têm horas que coisas bobas me deixam triste, coisas que
quem fala nem vai imaginar que vai me deixar mal, mas deixa, e ás vezes até
demais. Sou sempre alegre, estou sempre rindo, falo até demais, mas sempre que
fico chateada fico bem calada, me fecho pra todos... Me apego fácil e muito, e
é uma missão quase impossível me desapegar depois, sempre sofro, posso até me
desapegar, mas nunca esqueço a pessoa. Não consigo ter raiva de ninguém, a pessoa
pode me fazer coisas ruins que mesmo assim não tenho raiva, odeio esse meu
lado, eu gostaria de pelo menos conseguir ser mas fria com quem errou comigo,
mas eu não consigo. Quando AMO, amo de verdade, nem as dificuldades, distancia
ou tempo me fazem deixar de gostar, mesmo amando sozinha eu não desisto, é bem
tenso isso, dói muito, mas fazer o que? Não consigo deixar de amar fácil. Sou
chata, às vezes irritante, perturbo muito as pessoas que eu gosto, os admiro
por me aturarem todos os dias, sou chata, boba, mas é o meu jeito de demonstrar
que eu gosto, um jeito meio estranho eu sei, mas é o meu jeito. Mas eu também
me importo, me preocupo, cuido, ajudo, tento fazer as pessoas rirem, faço de
tudo pra demonstro que gosto. E assim sou eu, meio bipolar... Eu acho.
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